Quarta-feira, 1 de Junho de 2005

Tempestade



Pela janela do quarto, contemplava-se o mar e a violenta tempestade que se sentia naquele início de noite.

O céu estava escuro e coberto de nuvens, ouviam-se seguidamente enormes estrondos da trovoada e o vento, que uivava, arrastava tudo o que se encontrava na rua.
O céu era esfaqueado pelos raios que morriam ao chegar à linha onde começava o mar. E a chuva com a ajuda dos vento batia às portas e janelas, tentando entrar nas pequenas casa dos pescadores.

O mar estava enraivecido e invadira todo o areal que, naquela tarde, estivera repleto de pessoas. As vagas chegavam ao paredão que dividia a praia da marginal estreita e calcetada.

Ao longe via-se uma pequena luz que ficava ao fundo do promontório, esse estava a ser varrido pela fúria das ondas...

O vento não parava, a chuva continuava a cair, as vagas aumentavam ainda mais, e chegavam agora junto das casa, mas o barulho acalmara.

A janela fechou-se e tudo continuou violento e destruidor do lado de fora. Esta sim, era uma verdadeira tempestade!!!

Inês Eira

Publicado por ML às 14:00
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Imagem criada a partir de uma pintura de Kandinsky.

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